Resposta? 2
Este foi o Post que criei que mais gostei.
Não só por ter conseguido ultrapassar a barreira de falar em Deus abertamente e expor o que sinto, mas, também, porque foi o mais comentado. Não só no Blog como no exterior. E, também, conseguiu uma coisa que me apraz muito, "discussão". Gosto porque é a partir dela que novas ideias se formam e a partir desta premissa é que evoluímos.
Pirex: da forma como escreveste, no meu entender, pensei que estivesses a referir ao meu texto e que eu tivesse passado a mensagem de que falo mal de Deus ou de alguma religião ou que culpo Deus de alguma coisa, apenas o quis esclarecer. Se fui bruto? Sou-o. E tu já sabes e eu sei que me perdoas como eu, também, te perdoo sempre. Não é?
Vash: Quanto à tua questão do suicídio de Jesus. Eu compreendo que tenhas relutância a usar este termo, pois o mesmo é tido como negativo.
Mas, se virmos sem pensarmos quem ele é compreendemos o emprego da palavra suicídio.
Jesus sabia que iria ser vendido por Judas Iscariote por trinta moedas de oiro aos Romanos. Jesus sabia que São Pedro o iria negar três vezes, Jesus sabia que iria ser crucificado e mais tarde ressuscitar.
Logo, ele tomou uma acção em consciência e deliberada que o levaria à morte. É um suicídio.
Quanto ao argumento que usei para indicar que o mesmo iria para o Inferno segundo a Bíblia caí segundo a premissa existente na Bíblia de que "A vossa salvação encontra-se na Graça de Deus e não nas Acções". Mais uma forma de mostrar que a Bíblia não nos dá respostas directas.
Também, deixaste uma ideia que para mim é fulcral. Cito:
"A religião teve e tem coisas más? Claro, está inserida na sociedade em que vivemos e foi-se modificando ao longo das épocas."
Novamente, a interpretação do Homem das religiões é que a levam a ser usada para o mal.
Tânia: Respondendo às tuas questões colocadas pessoalmente.
Tu queres continuar a aceita-lo como real e como benfeitor porque seria essa a lógica da existência de um ser supremo e total. O oposto não faz sentido e faz com que a nossa existência seja uma mera piada, jogo ou engano.
Eu acredito que há algo superior a nós. Benfeitor? Não o digo. Isento e sem qualquer intervenção na nossa vida é a minha opinião.
Não acredito em julgamentos divinos. Logo, não acredito no céu nem no Inferno. Mas, quero acreditar que quando terminarmos esta jornada na Terra que vamos para outro lado.
Como é que deus pode achar que a sua criação (referindo-se a Lúcifer) seja tão má, a ponto de ter corrompido o seu mais belo arcanjo? E como castigo enviou-o para a Terra? E se somos feitos á sua imagem, então que raio de deus é este que consegue corromper através da criação e ainda arranjar uma desculpa para castigar. Um deus invejoso?
Não sou Católico e considero a Bíblia como um livro do qual podemos tirar boas ideias, mas, também, existirá ideias as quais não faço caso.
Um arcanjo que vê a verdade e encontra o mesmo sentimento que tu encontraste, tem direito á mesma emoção que tu tiveste. Encontras-te reflectido no mesmo arcanjo traído? Porquê? Porque ainda necessitas de validar o que te disseram. Acreditas nele como um todo...Não és agnóstico. És um anjo que caiu, mas, mantém o sonho de voltar.
Lúcifer sentiu-se atraído pela Humanidade, aí partilhamos paixões.
Lúcifer foi contra o seu próprio Pai para defender o ideal, aí partilhamos formas de ser.
Lúcifer continua a tentar ser aceite por Deus, aí discordamos. Eu ajo sem pensar se Deus aceita as minhas acções.
Mas, Cristo não era filho de deus? Não terá sido o seu castigo o erro de seu "P"ai? A mim faz-me mais sentido dessa forma...
No decorrer deste teu comentário indicas que para ti a crucificação de Cristo foi o castigo do pecado do "P"ai dele em ter retirado as asas a Lúcifer. Também, é uma maneira de interpretar boa, não tinha pensado nisso. Mas aí já estaríamos a dar muita importância aos Dogmas Católicos, eu apenas os referi para demonstrar a sua ambiguidade.
Isso é rancor. A palavra pode ter significado, tudo tem significado. Só não tem o significado idêntico para todos.
Não é rancor. É ser Agnóstico. Apenas indico que a palavra Deus não tem um significado real para mim, pois não me preocupo com tal, e só no "fim" é que saberei o verdadeiro significado.
Até ao momento: "I went to God just to see, and I was looking at Me." Não acredito num Deus como o referenciado na Bíblia ou noutras religiões. Acredito que existe algo transcendente a nós, mas não sei o quê. Chame-se Deus ou não.
Não só por ter conseguido ultrapassar a barreira de falar em Deus abertamente e expor o que sinto, mas, também, porque foi o mais comentado. Não só no Blog como no exterior. E, também, conseguiu uma coisa que me apraz muito, "discussão". Gosto porque é a partir dela que novas ideias se formam e a partir desta premissa é que evoluímos.
Pirex: da forma como escreveste, no meu entender, pensei que estivesses a referir ao meu texto e que eu tivesse passado a mensagem de que falo mal de Deus ou de alguma religião ou que culpo Deus de alguma coisa, apenas o quis esclarecer. Se fui bruto? Sou-o. E tu já sabes e eu sei que me perdoas como eu, também, te perdoo sempre. Não é?
Vash: Quanto à tua questão do suicídio de Jesus. Eu compreendo que tenhas relutância a usar este termo, pois o mesmo é tido como negativo.
Mas, se virmos sem pensarmos quem ele é compreendemos o emprego da palavra suicídio.
Jesus sabia que iria ser vendido por Judas Iscariote por trinta moedas de oiro aos Romanos. Jesus sabia que São Pedro o iria negar três vezes, Jesus sabia que iria ser crucificado e mais tarde ressuscitar.
Logo, ele tomou uma acção em consciência e deliberada que o levaria à morte. É um suicídio.
Quanto ao argumento que usei para indicar que o mesmo iria para o Inferno segundo a Bíblia caí segundo a premissa existente na Bíblia de que "A vossa salvação encontra-se na Graça de Deus e não nas Acções". Mais uma forma de mostrar que a Bíblia não nos dá respostas directas.
Também, deixaste uma ideia que para mim é fulcral. Cito:
"A religião teve e tem coisas más? Claro, está inserida na sociedade em que vivemos e foi-se modificando ao longo das épocas."
Novamente, a interpretação do Homem das religiões é que a levam a ser usada para o mal.
Tânia: Respondendo às tuas questões colocadas pessoalmente.
Tu queres continuar a aceita-lo como real e como benfeitor porque seria essa a lógica da existência de um ser supremo e total. O oposto não faz sentido e faz com que a nossa existência seja uma mera piada, jogo ou engano.
Eu acredito que há algo superior a nós. Benfeitor? Não o digo. Isento e sem qualquer intervenção na nossa vida é a minha opinião.
Não acredito em julgamentos divinos. Logo, não acredito no céu nem no Inferno. Mas, quero acreditar que quando terminarmos esta jornada na Terra que vamos para outro lado.
Como é que deus pode achar que a sua criação (referindo-se a Lúcifer) seja tão má, a ponto de ter corrompido o seu mais belo arcanjo? E como castigo enviou-o para a Terra? E se somos feitos á sua imagem, então que raio de deus é este que consegue corromper através da criação e ainda arranjar uma desculpa para castigar. Um deus invejoso?
Não sou Católico e considero a Bíblia como um livro do qual podemos tirar boas ideias, mas, também, existirá ideias as quais não faço caso.
Um arcanjo que vê a verdade e encontra o mesmo sentimento que tu encontraste, tem direito á mesma emoção que tu tiveste. Encontras-te reflectido no mesmo arcanjo traído? Porquê? Porque ainda necessitas de validar o que te disseram. Acreditas nele como um todo...Não és agnóstico. És um anjo que caiu, mas, mantém o sonho de voltar.
Lúcifer sentiu-se atraído pela Humanidade, aí partilhamos paixões.
Lúcifer foi contra o seu próprio Pai para defender o ideal, aí partilhamos formas de ser.
Lúcifer continua a tentar ser aceite por Deus, aí discordamos. Eu ajo sem pensar se Deus aceita as minhas acções.
Mas, Cristo não era filho de deus? Não terá sido o seu castigo o erro de seu "P"ai? A mim faz-me mais sentido dessa forma...
No decorrer deste teu comentário indicas que para ti a crucificação de Cristo foi o castigo do pecado do "P"ai dele em ter retirado as asas a Lúcifer. Também, é uma maneira de interpretar boa, não tinha pensado nisso. Mas aí já estaríamos a dar muita importância aos Dogmas Católicos, eu apenas os referi para demonstrar a sua ambiguidade.
Isso é rancor. A palavra pode ter significado, tudo tem significado. Só não tem o significado idêntico para todos.
Não é rancor. É ser Agnóstico. Apenas indico que a palavra Deus não tem um significado real para mim, pois não me preocupo com tal, e só no "fim" é que saberei o verdadeiro significado.
Até ao momento: "I went to God just to see, and I was looking at Me." Não acredito num Deus como o referenciado na Bíblia ou noutras religiões. Acredito que existe algo transcendente a nós, mas não sei o quê. Chame-se Deus ou não.
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